8 de abril de 2018

13ª Corrida António Leitão!

Mais uma corrida, mais uma viagem!
13ª Corrida António Leitão - SLB!
O meu filhote, Luís, dá-me esta força!
Tenho de aproveitar, enquanto há pernas!





Castelo Novo - outro amor!

Não é bem a minha aldeia, mas está de atalaia, para lá virada! 
Neste cordeiro pascal, revisitei Castelo Novo, dona dum velho castelo onde as lendas escorrem das suas ameias e se espalham por ruelas de granito e calçada romana, vera.
Em cada granito há uma esquina, uma janela, uma porta, que fala. E uma página de história.
Situada nas faldas da Gardunha, com ruas que morrem na serra, perdem-se no tempo as origens do seu nome. Talvez um castelo velho obrigasse a um castelo novo. Talvez tanta coisa. 
Ali ao lado, quando era menino, congelei lágrimas de esperança e olhava, à distância e tão perto, para esta aldeia que a madrugada clareava primeiro e eu nunca alcançava. Era o tempo em que nada se visitava e as deslocações apenas se faziam por necessidade, muito longe da componente cultural que hoje, qualquer castelo encerra.
De Castelo Novo já muito se terá dito, mas é certamente uma aldeia tão histórica como a sua ribeira de Alpreada, pré-adam, antes de Adão. 
Nela se ouve o sibilar dos ventos, o murmúrio das águas e adormece-se na doçura das suas gentes.
A linda e simpaticíssima Ana Salvado, da Associação Sócio-Cultural é bem o exemplo deste povo do bem-haja.
À minha querida amiga Teresa Valente, filha desta terra, deixo a supina admiração pelo seu amor a esta.
Descobrir os encantos de Castelo Novo, é um desafio que a diegese encoraja!









3 de março de 2018

Parabéns Campeão - Carlos Carneiro!


Não será nunca a rivalidade das nossas cores clubísticas, que separará a amizade que nos une. 
A ti, grande campeão e atleta de eleição, deixo um abraço do tamanho do teu preferido recinto desportivo. 
Parabéns por mais este aniversário, o trigésimo sexto!  
Quase metade da minha vida! 


24 de fevereiro de 2018

Júlio Amaro - O génio!

Passam hoje doze anos, sobre a morte dum génio - Júlio Amaro!
Pintor, ilustrador, aguarelista, escritor, encenador e fabuloso contador de histórias! 
O Amaro era multifacetado e não precisava de esfregar a lâmpada de Aladino, para das sua mãos sair magia.
Conheci-o em mil novecentos e sessenta e seis e não mais o perdi, até à sua morte.
Com ele vivi mil venturas e outras tantas aventuras. Era a tempestade e a bonança, em mente de menino que já nasceu homem!
Era o nosso mestre, o dum restrito grupo de amigos da Amadora. Com ele privámos momentos de glória e desânimo, descemos ao inferno e subimos ao Olimpo.
Dele, ficámos com sapiência e arrojo e nele ficou a nossa memória. Sorria connosco a pintar, chorava connosco a sorrir.
Júlio Amaro era uma enciclopédia ambulante, um nómada das artes, a tampa do Vesúvio.
O seu legado estendeu-se aos quatro cantos do mundo, mesmo sabendo que este é redondo.

Aqui te deixo uma flor, meu amigo!


17 de fevereiro de 2018

Parabéns Bruno - The poet!


Ao meu filho Bruno, que hoje aniversaria pela quadragésima quinta vez, deixo um beijo e abraço enormes! 
Em dia de lançamento do seu livro "The Book Off All Lovers", na icónica livraria "Book Revue", de Long Island-NY, aquilo que o mar separa, o coração une,
As palavras mais piegas, ficam para a benesse que o éter permite! Adoro-te, meu pintor/poeta!




12 de dezembro de 2017

Na Amazon - The Book of All Lovers



The book of All Lovers

O Livro de Todos os Amantes, é um poema épico, adaptado para uma audiência moderna, com gostos modernos!
Está à venda na Amazon, no link abaixo.

https://www.amazon.com/Book-All-Lovers-Poem/dp/0692957820/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1512749172&sr=8-1&keywords=the+book+of+all+lovers



This illustrated book plunges you into a dark fantasy full of brave heroes, beautiful damsels, and loyal allies. Dyosphir will face many challenges as he quests after the Rose of Sharon. At the end of his adventure, he will be confronted with a choice that will change everything for his people and his land. This epic poem from Bruno Ribeiro presents you with a new kind of fairy tale. The love story between Dyosphir and Ivalisee is a dark fantasy full of lush settings, chivalrous adventures, true love, and unimaginable peril. Ride along with Dyosphir as he and his companions plot to save his love and kingdom. The Book of All Lovers is an epic poem adapted for a modern audience with modern tastes.

8 de dezembro de 2017

The Book of All Lovers



Parabéns, filhão!
Às vezes, o sucesso é já ali!


Foto de Sherri Rosen.

Um lindo e apaixonado livro de poesia "o livro de todos os amantes" por Bruno A. Ribeiro








2 de dezembro de 2017

Moscovo - Rússia!


No túmulo de Lenine (gratuito) quase junto à entrada encontra-se uma estátua de Estaline! 
Aproveitei para ter uma pequena conversa com os dois, mas não chegámos a conclusão nenhuma!
Fiquei com impressão de que não me quiseram ouvir!


Mausoléu de Lenine
Dentro deste edifício, dois pisos mais abaixo, rodeado de segurança máxima e interdição de fotos.
Foi a única entrada gratuita



O "secundário" Estaline, sem outras mordomias!




A natalícia Praça Vermelha



 Novembro - 2017



A fantástica Basílica de S. Basílio

9 de outubro de 2017

Zé do Cão!

O meu amigo Zé Oliveira, (Zé do Cão) tem mais vinte anos que eu, logo, oitenta e seis!

No dia que fazia trinta e oito anos de casamento, fomos para a Festa do Marisco, no Grove-Galiza, qual inuptos viandantes, na busca dalguma loucura perdida.
À sua fabulosa mulher, Suzete, médica de profissão, os meus parabéns pela injeção de jovialidade que lhe vai dando!
Mil e quinhentos quilómetros, foram quantos o Zé conduziu!
Fantástico, este puto!
Adoro-te, Suzete!
E brindo a ti, Zé!
Foi aqui que nos conhecemos!




14 de julho de 2017

Andre Centeno - uma prenda!




Uma prenda! Um amigo!
André Centeno veio oferecer-me a sua camisola do Sporting, por sinal, a que vestiu no último jogo do campeonato contra o meu Benfica e que viria a ditar a perda injusta do campeonato, para o Porto.
A vida tem destas coisas. Umas vezes, perdemos injustamente, outras, injustamente ganhamos.
Cada dia entendo melhor o valor da amizade e essa está acima de qualquer rivalidade.
Obrigado André! Adorei!




19 de outubro de 2016

Raul Solnado - a vida não se perdeu!

Meu querido Raul!
Farias hoje oitenta e sete anos, numa vida recheada de emoções, aventuras, amores e espectáculos.
No teu palco, cabia a plebe e a nobreza, mas eram proibidas as "estórias" que me contavas.
Faltaste ao último encontro e, entre risos e sorrisos, as sardinhas ainda esperam por ti.
Sei que não gostavas de festejar os aniversários, por isso, à festança não aludo.
Meu querido amigo, a vida não se perdeu!
Faz o favor de ser feliz!



8 de setembro de 2016

Um jovem em Nova Iorque!





Há poucos dias, encontrava-me na fila para comprar bilhete para visitar o memorial onde repousa o que resta das torres gémeas, em Nova Iorque, quando à minha frente, uma bonita e elegante senhora, parecendo querer quebrar o quase silêncio de meia hora de espera, mete conversa comigo.
Percebendo que eu não era americano, diz-me que é francesa e que tem setenta e sete anos e o seu marido oitenta e dois.
Passámos então a falar francês.
Respondi-lhe que tinha sessenta e cinco anos e era português.
Trocámos cortesias de circunstância, dizendo-me ela que eu era ainda um jovem.
O seu marido seguia dois metros à nossa frente, e como não falasse francês, nem sequer olhava para nós.
Entrámos juntos no museu e pouco depois ela diz-me:
- Peço-lhe desculpa, mas acho que o meu marido já não está a gostar muito de nos ouvir falar, ao que eu anuí e disse compreender.
A linda senhora, avançou até ao meu ouvido e em jeito de despedida, segreda-me:
- O meu marido é muito ciumento e quando me vê a falar com um jovem, fica cheio de ciúmes .

Sorri comigo mesmo e ... adorei o “jovem”.



4 de julho de 2016

Lá longe ... ao cair da tarde!

Às vezes ...
Devia ser assim, o final das nossa vidas!
Adorei caminhar para o infinito!



6 de maio de 2016

Alguns amigos - do Sporting!




Onde quer que existam amigos, aí estarei.
Ontem, tive a visita destes cinco amigos/atletas do Sporting!
À minha esquerda, Diego Cavinato, Marcão, e Alex Merlim (futsal) e à minha direita, Luís Viana e Esteban Abalos (Tuco) (Hóquei em Patins).
Com a varinha de condão do Merlim, apeteceu-me aspergir todos os ódios desportivos que vão minando o desporto.
Pela parte que me toca, e como benfiquista eterno, tento, todos os dias, endireitar o mundo!
Ainda não consegui!
 

30 de março de 2016

As saudades do Fundão!



Cada vez que vou passar uns dias à Beira Baixa, gosto de parar em todos os recantos que, de uma forma ou de outra, me fazem voltar à infância!
Não acrescento, "onde fui feliz", porque por todos os lados onde tenho passado, o fui!
Neste último fim de semana, acompanhado do meu compadre Fernando Braz, apeteceu-me visitar a estação da CP, do Fundão, local onde tantas vezes desci e apanhei o cavalo-a-vapor, quando ali estudava, no seminário. Lá, era o limiar da minha liberdade e da minha clausura, consoante a partida ou a chegada, já que só ia a casa, no Natal, na Páscoa e nas férias grandes.
Todo este preâmbulo, apenas para contar algo que mais parece uma anedota.
Depois da visita à estação, logo no princípio da avenida quase deserta, reparo na loja da foto, "ECO CAMPO" e por esta vender produtos agrícolas, resolvi entrar, sendo de imediato abordado por um simpático e afável senhor, que me perguntou se necessitava de algo.
- Bom dia, posso ajudar?
- Muito obrigado, mas não quero comprar nada! Ando apenas a matar saudades!
- Saudades? Então, muito prazer meu amigo. O meu nome é Luís! (era o patrão).
- E o meu é Joaquim, retorqui.
Trocávamos algumas impressões sobre as nossa origens, quando entra pela porta um presumível cliente, com mais aspecto de académico do que de agricultor, e que, meio ofegante, pergunta:
- Por favor, tem remédio para ratos?
O Luís, olha para ele, muito sério e responde:
- Sim, temos remédio para ratos, mas ... de que se queixam eles? Da cabeça? Do coração? Da vesícula?
O cliente, não entendeu a pergunta e ficou especado a olhar para nós os três.
Deve ter entendido a blague, porque eu e o Fernando, não aguentámos e desatámos a rir.
O cliente, completamente obnóxio, voltou a insistir na pergunta, acrescentando que tinha muitos ratos no quintal, ao que o Luís voltou a replicar, dizendo:
- Ah, o que vossemeçê  precisa é de veneno para os ratos! Tem lá muitos?
- MUITOS, explode o cliente! 
- Então leve esta embalagem! Custa 1,80 €!
- Não, não, dê-me cinco! 
Não quis ouvir mais nada. Despedi-me do Luís e fui gargalhar com o silêncio da avenida!

7 de março de 2016

Nuno Gomes - rendez vous!


Nuno Gomes - extraordinário jogador que foi, fabuloso ser humano que é!



Obrigado pelo almoço, Nuno!


21 de setembro de 2015

Ana Tavares - uma das minhas meninas!


Revista SÁBADO,(17/9/2015) entrevista com a Ana! 
Até a minha "neta" Lola, companheira canina das férias, merece destaque!
Não eram estas as perguntas a que a Ana gostaria de ter respondido, mas foi as que lhe questionaram.














Fui conhecer a minha "neta" Lola, e fiquei apaixonado!



13 de julho de 2015

Alberto Vaz da Silva - o fim!





Morreu uma parte de mim.
Alberto Vaz da Silva, o grande, o enorme, o máximo, o inatingível.
Nunca eu tive alguém que tivesse tido tanta influência na minha já longa estrada da vida.
Falávamos de coisas que só nós entendíamos porque elas não eram entendíveis. 
Alberto, era a sabedoria, o espaço, o infinito. Era Rá, era Rilke, era Mozart! 
Telefonou-me há quinze dias para saber do meu estado de saúde, mas a sua voz já quase adormecia. 

Era afinal uma despedida, um adeus, um até já, que eu não entendi. Já me foi só possível acariciar o seu ataúde.
Para trás ficaram cinquenta anos duma amizade que eu não procurei, mas que veio ter comigo.
Alberto, estava ansioso para saber o que iria encontrar do outro lado, sabendo que seria mais uma partícula de essência a orbitar no cosmos que tanto amou.
A sua última entrevista ao Expresso era já a ânsia dessa descoberta!
A cultura ficou mais pobre.
Hoje, Alberto voltou ao pó!
Adieu l’ami!

3 de junho de 2015

Carlos Carneiro - Adeus Benfica. olá Sporting!



Meu querido amigo!
Esta foi a noite em que, estando eu debilitado, me vieste buscar e fomos à Feira Popular, já qual prenúncio dum horizonte verde às riscas, mas o carrossel da vida não pára nunca.
Não serás mais o “eterno” capitão do Benfica, mas todas as cores condizem com o enorme atleta e extraordinário ser humano que és. E por cada pesadelo, há montanhas de memórias lindas.
Um homem trilha o caminho que pode, com ou sem estipêndio, mas não olha para trás e não lamenta nunca quem amou, ou não o mereceu. Tal como no amor duma mulher, não queiramos jamais conhecer o seu ódio.
Carregaste o Benfica, durante oito anos, mas sei que a tua garra continuará a carregar qualquer equipa do mundo, já que o que fica dum homem é sempre aquilo que foi, nunca o que virá a ser.


Carlos, todos os desportos são um misto de emoções que às vezes nos cegam, mas hoje apetece-me dizer-te:
- Carrega Sporting!


1 de fevereiro de 2015

Sílvia

Ontem fui à estreia de "Sílvia!"
Sílvia, não é uma peça de teatro. É uma sinfonia de paixão/ódio, tocada a seis mãos e quatro patas. 
Comédia ligeira, mas tão profunda como a quisermos entender, leva-nos a uma dimensão ainda não pensada, provando que há outras formas de amar, nessa fantástica coisa que é a de amar um animal, 
Sílvia, abre a ferida do egoísmo humano, e não abdica do comodismo de quem, todos os dias, não arrisca deixar para trás, tamanho pecado.
Sílvia, prova que até os corações empedernidos saboreiam o antídoto, sem retorno, da paixão canídea.
Mesmo quem nunca teve um cão, deixar-se-á embalar na ternura das falas e dos gestos, de que a peça se recheia.
Excelentes interpretações, cada uma a seu estilo, sendo que, Sílvia, aliás, a cadela, aliás, Gabriela Barros, terá ontem ganho a Comenda do Grande Público, depois de já a ter saboreado em MULHERES (na TVI).
Sílvia, é o deleite que o ser humano precisa.
Dos restantes já consagrados actores, Manuela Couto, Paulo Pires e Heitor Lourenço, fica o perfume de excelentes interpretações, já que douraram a estória que a minha parca imaginação, nunca teria ousado.,
Ao produtor, Almeno Gonçalves e à Manela, o meu obrigado, até mais cão.
Por culpa deles, voltou a apetecer.me ter um cão, ou um gato, ou um cavalo, ou alguém que olhe para mim, com ternura igual.


8 de novembro de 2014

Mercado da ribeira!



"No mercado da ribeira, há um romance de amor, entre a Rita que é peixeira e o Xico que é pescador. Dizem todos que lá vão …"


Foi assim um dia, mas, este mercado, não é mais o mesmo.

Mudaram-se os tempos, mudaram-se os mercados. 
Neste espaço, há muitas luas atrás, eu sorvi o cacau, que só os mais velhos beberam, quando para mim morria a noite e para outros nascia o dia, 
Agora, ali foi parido um colectivo de restauração, com uma vintena de tasquinhas, onde o olhar se lambe e a paciência se esgota.
Primeiro, é preciso correr os 200 metros barreiras para, por entre uma amálgama de raças e credos, espreitarmos os acepipes escritos nos néons das ardósias de cada tasquinha. Depois duma longa espera e escolhida que foi a iguaria a deglutir, temos pela frente mais uma prova de atletismo, na procura desenfreada dum lugar ao sol, aliás, dum lugar sentado, já que em pé os não há, sendo mais difícil encontrá-los, do que um lugar no céu.
Dos malabirismos que é necessário fazer para se chegar incólume ao desejado assento, com uma bandeja na mão e a bebida a saltar do copo, já nem me atrevo a falar,
- Com licença, com licença, desculpe, desculpe. Salve-se quem puder!
E é ainda com a mente em "brasa", que o Santini me arrefece a dita.
Não fora o maravilhoso pratinho de caril de lulas e um leitão da ribeira e estaria agora a carpir o tempo perdido, na busca incessante que o palato me vai pedindo.
Apesar de tudo, vale quase sempre a pena esta odisseia, que Homero não desdenharia.
Mercado da Ribeira?
- Às vezes, talvez!

27 de outubro de 2014

Chança - Alentejo!


Onde o silencio é quem mais ordena


 e o petisco também



As várias faces dum amigo!